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Edson Vergilio

Estímulo ao mérito e á competência e fim da estabilidade empregatícia no funcionalismo público.

Como somos nós os generosamente chamdos de contribuintes que recolhemos os impostos para se construir as escolas e também quem paga os seus administradores e professores das mesmas que não nos entregam os produtos/serviços ( alunos bem formados) sugiro:
1- Educação Básica (Ensino Fundamental) e Ensino Médio: que atualmente está sob a responsabilidade dos municípios e estados, diretamente e do governo federal, indiretamente, via repasses constitucionais,uma solução proposta seria a PRIVATIZAÇÃO destes níveis. O Município e o Estado concederiam bolsas de ensino aos alunos cujos administradores seriam as empresas que pagariam as escolas que se enquadrassem dentro de um determinado nível de competência e méritos segundo uma cesta de práticas e avaliação desses indicadores, as quais receberiam mais ou menos por aluno de acordo com os resultados apresentados. Entrariam neste esquema TODAS as escolas, privadas e públicas. As escolas públicas seriam "leiloadas" às escolas particulares, que as administrariam de forma privada (meritocracia). Os professores concursados continuariam a receber o piso básico (pago pelo poder público), acrescidos de bônus, conforme seu desempenho. Aqueles professores que não se enquadrassem, seriam utilizados em tarefas mais operacionais e FORA DA SALA DE AULA.

2- Ensino Técnico e Profissionalizante: Se usaria a mesma estratégia acima, acrescida de contribuições das empresas, via renúncia fiscal. Já no ensino superior se aprimoraria o mecanismo do PROUNI.
Nós as empresas e verdadeiros clientes, já sabemos que o problema base está na nossa infraestrutura educacional e que as próprias escolas não sabem o que fazer (baseados em respostas dos próprios “educadores” estatizados) e sabemos também que o ensino público, principalmente o de base, hoje é um faz de conta, um depósito de crianças e jovens adolescentes, cenário que precisa ser mudado, mas o corporativismo dos “educadores” parece estar mesmo interessado somente no salário e na aposentadoria vitalícia e isso tem que mudar, pois apesar de as escolas serem nossas, estão sitiadas por grupos corporativistas que se auoprotegem e sitiam nossas instituições como se fossem os donos delas, inclusive estabelecendo a isonomia via aprovação nos concursos públicos como se todos os professores fossem iguais em méritos e competências para estarem aptos a ensinarem com a mesma excelência e qualidade. Analogamente, assim como ninguém consegue vomitar o que não comeu, também ninguém pode querer almejar a ser mestre, professor ou guru se não estiver apto a ensinar desde que também não foi ensinado, não aprendeu e portanto não sabe o que precisa ensinar.

TAGS: Educação

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