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Rafael Andolfatto Alves

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A maior dificuldade que vemos no meio industrial é a chamada "desindustrialização"; aonde é fato que diversos fabricantes nacionais estão optando por trazer seus produtos prontos de outros países. Desde a fabricação de brinquedos à microondas, a matéria prima ou a mão de obra necessária para o produto final deixou de ser nacional. Isso mostra realmente que a nossa indústria precisa inovar para ser mais competitiva e voltar aos patamares dos anos 1985 aonde ela esteve em seu auge. Simples isso não, porém não podemos culpar os gestores industriais por isso, certamente eles não tem o interesse de que em 2012 a indústria tenha o mesmo potencial quantitativo em que estava em 1950. Podemos sem sombra de dúvidas culpar esses números industriais a diversos fatores, sendo eles de grandeza política, econômica, social e tecnológica.
Citar e quantificar uma "idéia" para que essa desaceleração industrial acabe não é tão simples; pois os conhecimentos holísticos devem ser aprofundados e bem embasados.
Porém, uma vez que determinada potência solicita tal ajuda é de extrema importância que a comunidade industrial se posicione sobre seu contexto de vida real, e assim devemos citar as possibilidades direcionadas para que essa ajude a indústria a ser uma potência nacional.
Uma das ações iniciais que deveriam ser tomadas é de grandeza política, aonde os sindicatos das indústrias deveriam junto com o governo criar ações de proteção para a fabricação nacional com maior conhecimento de causa, ou seja; um percentual maior de cada produto deveria ser composto em solo brasileiro, seja na confecção mecânica, na mão de obra de montagem final ou na montagem eletro-eletrônica, que por sinal o Brasil tem um excelente parque fabril para atender o avanço desta tecnologia. Vamos voltar ao início do texto e pesquisar quem são os fabricantes nacionais de brinquedos ou microondas e qual o percentual destes produtos que são fabricados no Brasil. Teremos uma surpresa nos índices, ou seja; boa parte do produto vem pronta de outros países e no Brasil, colocamos a etiqueta na embalagem e mandamos aos nossos consumidores. Academicamente conseguimos citar e quantificar diversas ideias para o fato, porém a prática de tais ações envolve interesses que muitas vezes não são entendidos pelo meio externo ao político.
Rafael Andolfatto Alves
CRA/PR 22.401

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3 comentários

Anderson disse: 06-08-2012

Excelente matéria! Infelizmente a situação é uma realidade! Mas Felizmente, já estamos olhando para ela. Ainda há tempo!

CNI disse: 20-08-2012

Rafael, muito obrigado por sua participação. Compartilhe sua ideia com os amigos. Abraços.

Crystoferson disse: 24-09-2012

A realidade acima citada, tem tudo pra mudar, estamos trabalhando pra isso!

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