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Glauco Resende

Estímulo ao Financiamento, sem ser de Instituições Financeiras e Governo.

Quase a totalidade dos Financiamentos existentes são do Governo ou Instituições Financeiras. Isto gera uma restrição muito grande sobre a real viabilidade de negócios. Pois o mundo de hoje é altamente dinâmico e a voracidade de novos conhecimentos e tecnologias acaba por beneficiar países e órgão que tenham uma liberdade maior em analisar e viabilizar projetos.

Uma idéia interessante seria a de beneficiar empresas que se interessem em FINANCIAR Novos Projetos/Negócios de terceiros obtendo benefícios e isenções tributárias em contrapartida por estarem assumindo estes financiamentos que hoje acabam por estar concentrados em bancos, poucos investidores e governo.

Com isto teríamos uma grande descentralização em favor de fomentar a economia e também geraria um grande interesse até das empresas financiadores em apoiar os projetos financiados para que possam garantir os benefícios e isenções tributárias.

Médios empresários locais poderiam por exemplo, poderiam ajudar pequenos investidores em abrir pequenos negócios locais caso tivessem rescursos financeiros e acreditassem na viabilidade do negócio de terceiros pois poderiam obter vantagens de isençoes tributarias em sua propria empresa, além de poder negociar os juros a receber deste financiamento e até se tornarem sócios destes novos empreendimentos.

Hoje a procura destas oportunidades é unilateral, apenas dos empreendedores que tem a vontade de abrir seu proprio negócio ou de lançar sua idéia. Criando o mecanismo de benefício também para quem investe, a procura seria bilateral facilitando muito a criação de novos negócios e consequentemente novas riquezas, novos empregos e uma melhora na Economia.

O Governo faria sua parte fazendo a troca, ou seja, daria a isenção tributária na empresa investidora ( de alguma forma sensata e justa ) e ganharia o retorno na geração de emprego, na melhora da economia e na tributação desta nova empresa/negócio que está sendo gerado.

O melhor é a questão do ciclo virtuoso gerado, pois a nova empresa teria todo um apoio da empresa/instituição financiadora preocupada em minimizar seus riscos do capital investido e também garantir os benefícios de isenções em função dos resultados da empresa financiada.

Glauco Resende
Glauco Resende

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1 comentários

CNI disse: 16-07-2012

Glauco, obrigado pela sua participação! Compartilhe sua ideia com os amigos e os convide a curtir. Abraço!

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